Jubussab

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

The Fourth Gig - Mais um show dos Killers

Caramba, faz tudo isso mesmo que eu não escrevo nada aqui? Acho que foi pq faltou algo legal, mas agora, 24 horas depois do show e recuperada da chuva, da lama, e de pular e gritar o show todo vou conseguir contar um pouquinho de como ontem foi bom!
Esse foi meu quarto show do Killers. Vi a primeira vez aqui em SP e contei aqui no blog. Depois "cavei" uma viagem para NY e consegui ve-los em Atlantic City. Em Julho desse ano ganhei de presente de aniversário (eu sou de Abril) uma viagem para Londres com direito ao show deles que era nada menos que a gravação do primeiro DVD.

E ontem chegou a vez de Sampa de novo. E lá fomos nós para o pântano, conhecido como
Chácara do Jockey. Lógico que choveu e as poças estavam em toda a pista.
Graças ao meu querido amigo Marcos, marido de ninguem menos que minha amiga e sócia Su, fui junto com a equipe da MIX TV para "entrevistar" a banda. Rolou tudo de última hora e eu nem sabia se iam conseguir mesmo. Mas as coisas foram dando certo e quando eu percebi que não ia rolar fotos ou autográfos, fiz o que uma verdadeira fã faz: aproveitei um segundo de distração da manager deles, passei do lado, agarrei ele pela cintura e pedi a foto!
Tomei bronca e tudo, mas saí com a foto!
Depois veio o show. E meu, again, por que tudo no Brasil tem que ser cagado?
Pq não fazem os shows em lugares decentes, com estrutura, acesso fácil, estacionamentos, segurança? Pq tudo aqui tem que ser uma merda? Tinha poças de água, digo, lama, que iam até as panturrilhas das pessoas. O que é uma baita sacanagem para o fã que pagou 300 reais pelo ingresso. Que fosse de graça, ainda seria sacanagem porque duvido que em lugar algum do
mundo um lugar como a chácara do Jockey tenha alvará para shows. Esse lugar deve ser fechado e reestruturado antes de receber outra banda.

Mas again, a hora que o show começou, ninguem mais lembrou da chuva, da lama, e todo mundo saiu cantando e pulando. E foi ótimo. Eles trouxeram o mesmo show que eu vi em
Londres, o do DVD, e ainda foram simpáticos. Em um determinado momento, o Brandon, vocalista dos Killers para quem não sabe, nos chamou de bravos. Bravos por aguentar a chuva, a lama, o trânsito, e os ingressos super faturados. Mas por eles, náááá, tá tudo certo! :-)

Um trechinho meu e da Carol curtindo o show, usando as tradicionais "capas de lixo"! :-)
See you guys soon, I hope!

sexta-feira, 7 de agosto de 2009


Eu nunca lembro de colocar minha coluna PET aqui, mas esse mês saiu a campanha que o AUG fez para ajudar os bichinhos com frio e ficou tão bacana que resolvi postar!

terça-feira, 21 de julho de 2009

I see London, I see Sam's Town!

Logo mais a matéria que fiz sobre Londres deve estar em alguma mídia, e aviso vcs. Mas como muita gente diz que esse humilde blog é um guia de boas dicas de viagens, não vou deixa-los esperando! :-)

Para os meus amigos que seguem para London ainda esse verão, devo confessar que depois de 12 anos sem ver o sol na terra da rainha, foi um alívio finalmente voltar no calor. Como não poderia ser diferente, continuo sem uma foto decente na Torre de Londres, que insiste em me sabotar. Mas os outros dias foram de céu claro, sol e um pouquinho de chuva claro, afinal é Londres, vc esperava o quê?

Apesar de ter ido para curtir de perto a gravação do DVD do The Killers - podem tirar sarro que sou fanzaça mesmo, de camiseta e tudo - no Royal Albert Hall, aproveitei o bom tempo para passear sem destino pela cidade e descobrir novos passeios.

E vamos as dicas!
Na Torre de Londres acontece a exibição: "Dress to Kill". Para os fãs dos Tudors como eu, imperdível. Armaduras e armas de guerra do rei Henry VIII, quando era jovem, bonito e sarado estão por lá. Aproveite que está na Torre e vá conferir as jóias da rainha que estão expostas. coroas, safiras, diamantes, esmeraldas do tamanho de um figo...

Mais bacana ainda é a exposição que acontece na Biblioteca de Londres, Henry VIII Man and Monarch. Entre as preciosidades, cartas escritas de próprio punho, seu contrato de casamento com a rainha Katherine de Aragon, uma lista das pessoas executadas durante o seu reinado, incluindo duas de suas esposas e alguns dos seus ministros. Mas o ponto alto da visita é uma infame carta de amor escrita para Ana Bolena, roubada pelo Vaticano e usada como prova contra o rei durante seu primeiro divórcio. Bloody hell!

Na volta, pegue um barco e volte pelo Tamisa. Desça em Westminster, na cara do gol do Big Ben, Parlamento e Westminster Abbey. Os clássicos são sempre importantes em Londres. Do outro lado da ponte, a horrorosa London Eye, e o Aquário. Mas não quis perder meu tempo. Não sou fã nem de roda gigante nem de passar horas trancada vendo peixes, então seguimos para os parques, esses sim meus programas preferidos. 

O Hyde Park sempre foi meu parque preferido. Uma visita ao palácio de Kensignton, antiga residência da princesa Diana é um excelente programa. Na saída pare na Orangery, uma casa de chás chiquésima nos gramados do palácio. O lugar certo para o legítimo chá das 5. Outro bacana é o Green Park, com suas famosas cadeiras listradas de verde que, ao custo de duas libras, você pode usar para se esticar ao sol. Ao sul do parque está o Palácio de Buckingham. Ir pra Londres e não passar no Green Park não vale.

A Harrod's, ahhhhh a Harrod's. Eu continuo achando que o melhor lugar da Harrod's é a Food Court. Tudo bem que as grifes, e o melhor que há no mercado de luxo estão por lá e deixariam as department stores americanas como a Sack's e a Bergdorf envergonhadas de tão simplesinhas perto da Harrod's - mas again, com a libra valendo vezes 4, alguem vai para Londres fazer compras? Voltando a Food Court. Os salões bem cuidados, os frios, pães, chás, chocolates, todos expostos impecavelmente... ainda bem que não temos nada assim aqui no Brasil. Em quatro dias eu comi 18 donuts. 18!!!!!!! Graças a Deus só tinha mais 4 dias...
Mas quem não quiser se empaturrar de frios, pães e sorvetes, vá para o restaurante árabe que fica no segundo andar, Ishibilia.

Falando em restaurantes:
Todos na área do Picadilly, nas travessinhas da Regent Street.
Piccollino, um italiano honestinho, o que para Londres é vantagem porque com a libra valendo 4 reais, você precisa pensar bem onde vai comer.
The Living Room, sanduíches, pratos rápidos e drinks bacanas. Depois das 20hs a cozinha fecha e só o Pub funciona.
Coccon, um japonês moderninho.

No soho, procurando um tailandês, dica do meu professor de inglês e súdito da rainha, encontramos um marroquino/libanês delicioso: Maison Touareg, na Greek Street. Pertinho, o tal Tailandês, que realmente vale a pena: Patara. Cuidado com os pratos com 2 estrelinhas, deveriam ser 2 fogueirinhas, mega ardidos. Thai Cuisine vcs sabem....

E na parte mais descontraída, na região dos teatros e do Convent Garden, o único que recomendo é o Cotê Bistro. A comida é gostosinha, bem preparada, e os preços são bacanas. Outra vantagem é que fica aberto até as 23hs, para quem sai dos teatros é uma boa, ou então você é obrigado a fazer como nós, que saindo do show quase 1 da manhã, não achamos nem uma lanchonete biboca aberta por perto e acabamos no Chinatow, que por sinal se revelou uma boa surpresa, não me lembro o nome do chinês sujinho! rsrsrsrsrs Mas é na rua que tem o dragão chinês na parede de uma das esquinas.

Compras e Teatros ficam para o próximo post!













sexta-feira, 17 de julho de 2009

A foto é mega antiga, mas a matéria é novinha! Adorei!

http://petmag.com.br/noticias/adote-um-gatinho-uma-amizade-que-gera-o-bem

12.07.2009
Adote um Gatinho: uma amizade que gera o bem
Desde 2002, as fundadoras da Ong, Susan Yamamoto e Julinana Bussab, já ajudaram mais de 2,6 mil animais

por Alex Pereira

Sem ajuda do governo e iniciativa privada, a dupla esbanja força de vontade para manter a Ong em pé
Crédito: Divulgação
Uma amizade começa sempre para o bem. Mas a união fraternal entre Susan Yamamoto e Juliana Bussab extrapolou os limites da bondade. As duas, que se conheceram em um fórum na internet no final de 2002, decidiram formar a Ong Adote um Gatinho, que já ajudou muitos animais a terem um novo lar.

Para ser mais preciso, já foram mais de 2,6 mil felinos que saíram das ruas para um aconchegante lar. Para isso, elas contam apenas com a ajuda de pessoas e, o principal, com muita força de vontade. “Não temos patrocínio ou ajuda do governo. Vivemos de doações de pessoas físicas, que simpatizam com o nosso trabalho e depositam dinheiro, ou nos dão ajuda em produtos (areia, ração, remédios, etc). Às vezes temos que deixar de ajudar alguém, mas é por pura limitação financeira e não por falta de vontade”, explica Susan, em entrevista ao PetMag.

A paixão das duas pelos gatos vem desde criança. E em 2003 elas começaram a concretizar o sonho de cuidar de gatinhos que precisavam de ajuda. A iniciativa da dupla foi atraindo mais apaixonadas pelos bichanos (chamadas entre elas de gateiras), e hoje conta com 40 voluntárias, que ajudam na rotina do abrigo, onde estão 110 gatos esperando por um novo dono.

Rotina que talvez, se não fosse pela vontade de ajudar e amor pelos animais, rapidamente caminharia para a desistência. Quando questionada sobre algum fato engraçado no dia a dia da Ong, Susan desabafa: “engraçado, infelizmente, não há. A maioria dos gatinhos vem super maltratado das ruas, sofrendo, e a gente sofre junto”.

Em compensação há muita emoção: “um caso legal foi a de um gatinho que encontramos no Ipiranga (bairro da cidade de São Paulo). Tratamos e o colocamos para adoção no site. Ele havia rasgado a rede de proteção da casa onde morava, na Aclimação, e a dona o encontrou no site. Foi emocionante o reencontro”, conta Susan.

Com tanta disposição para o bem, a Ong atraiu a atenção da mídia e de famosos. A apresentadora de TV, Luciana Gimenez, e o vocalista da banda Jota Quest, Rogério Flausino, vestiram a camisa do Adote um Gatinho. E se você quiser, também pode abraçar a iniciativa. No site adoteumgatinho.com.br há diversos produtos disponíveis para a venda, e todo a renda é revertida em produtos para o bem estar dos bichanos. Além disso, esta é a principal ferramenta para a adoção dos animais. Lá é possível encontrar todos os detalhes, de cada felino pronto para um novo lar.

Porém, as responsáveis pelo site são muito criteriosas antes de darem a guarda definitiva do animal. “Fazemos questão de entregar os gatinhos pessoalmente para conhecermos os adotantes e checar as redes de proteção. Doamos somente para casas seguras e apartamentos que tenham redes de proteção nas janelas e sacadas”, avisa a exigente Susan.

Com certeza, esse é um grande exemplo de cidadania. E toda ajuda é bem-vinda: “quem quiser colaborar com o nosso trabalho, será de grande ajuda. O Adote um Gatinho só existe porque tem gente que acredita no nosso trabalho, nos dando suporte. Aceitamos dinheiro para internações, exames, castrações e outras cirurgias, ração, areia, remédios, caminhas... tudo o que servir para gatinhos será aceito e de grande ajuda”.

E quem se interessar, o contato é feito pelo email: informacoes@adoteumgatinho.org.br. E lembrando: todos os animais doados são saudáveis, castrados e com pelo menos a primeira dose da quádrupla felina.

Parabéns Susan, Juliana e voluntárias! Parabéns ao Adote um Gatinho!

Produtos e serviços relacionados

terça-feira, 16 de junho de 2009

Vejinha parte 2 - Quem diria?

Luciana Gimenez apóia o AUG

A Luciana Gimenez é a mais nova "garota-propaganda" do AUG. 
E o mais legal é que partiu da apresentadora a vontade de nos apoiar!

Na Vejinha desta semana, ela aparece vestindo a camiseta da nossa ONG, e declara-se "encantada" com o nosso trabalho. 


Vejinha parte 1


AUG na Vejinha desta semana!

 

A matéria completa está em

http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2116/quer-adotar-475075.html

ADOTE UM GATINHO

Apaixonadas por gatos desde a infância, as amigas Juliana Bussab e Susan Yamamoto criaram em 2003 a ONG Adote um Gatinho. Em pouco tempo, ela virou referência. Tudo por causa do cuidado com os mínimos detalhes, da captura do animal à avaliação do adotante. Juliana, jornalista, e Susan, que trabalha na área de marketing de uma rádio, em nada lembram o estereótipo das senhoras colecionadoras e protetoras de felinos, conhecidas como gateiras. "Sabemos os nossos limites", diz Juliana, dona de onze bichanos. Atualmente, 110 gatos vivem em um abrigo na Barra Funda e em lares temporários enquanto aguardam um dono. Mas não é fácil passar pelo crivo das duas. "De cada dez formulários de interessados, descartamos seis", afirma Susan. O processo de adoção - feito exclusivamente pela internet - pode levar até três semanas e as moças fazem questão de entregar o gato pessoalmente para conferir seu novo endereço.

 

www.adoteumgatinho.org.br. Não cobra taxa de adoção.

 



terça-feira, 9 de junho de 2009

Última parada: O Paraíso

Era hora de ir embora! No nosso último game drive vimos uma mamãe Cheetah com seus 4 filhotes, uma leoparda e seu bebê, e o nosso já conhecido pride de leões. Hora de dizer adeus ao Serengeti e partir para a nova etapa da viagem. Sem aventuras, sem perrengue, sem animais, só nós e o mar. O destino: Zanzibar. A Ilha das Especiarias. No passado ponto estratégico no comércio de escravos. No presente, refúgio dos chiques e famosos, e dos perdidos como nós, que já que foram até a Tanzania, melhor ir conferir a fama de Ilha mais bonita do continente Africano né?
Dissemos nossos adeus, e o David, nosso guia, motorista e companheiro de viagem viu nosso aviãozinho sumir no céu.

As fotos são auto explicativas!












segunda-feira, 30 de março de 2009

Lady of the flies

Mesmo enjoada e fraca, todo final de dia, quando os carros retornavam dos safáris, eu ia dar uma espiada no livro dos hóspedes, para saber quais animais foram vistos. Pior do que ficar doente em uma viagem dessas é ficar doente e todo mundo encontrar um leopardo menos você.
Por mais que as pessoas que fazem esse tipo de viagem gostem de todos os animais e querem vê-los de perto, as grandes estrelas são mesmo os felinos e entre eles, pela sua raridade, o leopardo é o protagonista do show. Eu tinha 2 dias para achar um leopardo.
Quando amanheceu eu já estava acordada e pronta para o safári. Quando esquentou demais, abrimos todas as janelas e o teto da Land Cruiser, sem saber que estávamos prestes a ser atacados. Moscas, centenas delas, entravam por todos os lados. Tropeçando uns nos outros fechamos todas as janelas e o teto, mas elas continuavam entrando pelas frestas dos vidros e sabe Deus por mais onde. Nosso guia era o mais desesperado, se debatendo e tentando espantar até as moscas imaginárias. O desespero é compreensível, para nós, eram apenas moscas gigantes, mas ele sabia que eram moscas TSE-TSE, aquela da doença do sono. Antes fosse só sono. Quem é picado tem dores de cabeça, vômitos e dores no corpo todo.
O curioso da história é que enquanto elas não davam trégua para os outros, nenhuma chegou perto de mim. Eu achei que podia ter algo a ver com eu ser vegetariana, tipo sanguíneo, sei lá, e tentava acalmá-los: parem de se mexer tanto, olha como em mim elas não vem.
No fim daquela mesma tarde, reparei que perto da piscina e dos restaurantes haviam pedaços de telas, metade azul, metade preta, como se fossem pequenas bandeiras, amarradas nas árvores. Perguntei qual era o significado e a resposta foi: nenhum, é para afastar as moscas, elas são atraídas pelas cores escuras. Naquela manhã eu usava uma regata branca e os outros, camisetas escuras.
Claro que eu nunca contei para eles que essa era a explicação para as moscas não me atacarem, e quando me perguntavam como eu ficava tão calma durante os ataques eu respondia: eu faço Yoga, é o poder da mente. Namastê!